Definida a tabela e fórmula de disputa da Divisão de Acesso do Campeonato Catarinense de Futebol. O Blumenau Esporte Clube está inserido no Grupo A, ao lado de Joaçaba, Inter de Lages, Maga de Indaial e Curitibanos.
A estréia do BEC será apenas na segunda rodada, dia 11 de agosto, fora de casa contra o Curitibanos. O primeiro jogo em casa, no Sesi, será diante do Joaçaba.
A fórmula de disputa será turno, returno, semifinal e final. Os campeões de cada turno e dois melhores pelo índice técnico garantem vaga na semifinal. Caso uma mesma equipe seja vencedora de dois turnos, então os três melhores pelo índice técnico estarão classificados.
O campeão estadual da Divisão de Acesso garante vaga na Divisão Especial de 2014.
Grupo A
- Joaçaba, Internacional (Lages), Maga (Indaial), Blumenau e Curitibanos.
Grupo B
- Jaraguá, Barra (Balneário Camboriu), Pinheiros (Garopaba), Navegantes e Oeste (Brusque).
Primeira rodada - 4/8/2013
Joaçaba x Curitibanos
Internacional x Maga
Navegantes x Pinheiros
Barra x PInheiros
Folgam: Blumenau e Oeste
Foto: Leandro Izidoro
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sexta-feira, 26 de abril de 2013
BLUMENAU ESTRÉIA CONTRA O CURITIBANOS
segunda-feira, 28 de maio de 2012
BLUMENAU NO ESTADUAL DE 1996
No campeonato catarinense da Primeira Divisão de 1996, o Blumenau jogou 18 partidas. Obteve cinco vitórias, quatro empates e nove derrotas. Marcou 31 gols e sofreu 19.Resumo:
- o primeiro gol ocorreu no quinto jogo
- a primeira vitória surgiu na sexta partida
- as cinco vitórias foram sobre Joinville, Brusque (duas), Figueirense e Criciúma
Veja a relação de jogos:
DATA RESULTADO CIDADE
| 22/2/96 | Blumenau | 0 | x | 1 | Jaraguá | Jaraguá do Sul |
| 25/2/96 | Blumenau | 0 | x | 0 | Tubarão | Blumenau |
| 29/2/96 | Blumenau | 0 | x | 2 | Criciúma | Criciúma |
| 10/3/96 | Blumenau | 0 | x | 2 | Chapecoense | Blumenau |
| 17/3/96 | Blumenau | 2 | x | 4 | Avaí | Florianópolis |
| 20/3/96 | Blumenau | 2 | x | 1 | Joinville | Blumenau |
| 24/3/96 | Blumenau | 2 | x | 4 | Marcílio Dias | Itajaí |
| 28/3/96 | Blumenau | 3 | x | 2 | Brusque | Blumenau |
| 31/3/96 | Blumenau | 1 | x | 0 | Figueirense | Blumenau |
| 7/4/96 | Blumenau | 2 | x | 2 | Jaraguá | Blumenau |
| 14/4/96 | Blumenau | 0 | x | 4 | Tubarão | Tubarão |
| 20/4/96 | Blumenau | 3 | x | 2 | Criciúma | Blumenau |
| 28/4/96 | Blumenau | 0 | x | 2 | Chapecoense | Chapecó |
| 1º/5/96 | Blumenau | 1 | x | 2 | Avaí | Blumenau |
| 5/5/96 | Blumenau | 0 | x | 2 | Joinville | Joinville |
| 11/5/96 | Blumenau | 0 | x | 0 | Marcílio Dias | Blumenau |
| 18/5/96 | Blumenau | 1 | x | 0 | Brusque | Brusque |
| 25/5/96 | Blumenau | 1 | x | 1 | Figueirense | Florianópolis |
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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
BLUMENAU: CAMPEÃO CATARINENSE 1982
Equipe campeã catarinense junior em 1982
O jogo das faixas foi contra o Joinville, dia 1º de maio de 1983, no estádio Aderbal Ramos da Silva, em Blumenau. A festa começou com uma apresentação do paraquedista "Kastrup" (filho de Expedito de Oliveira), que saltou uniformizado com as cores do BEC trouxe a bola do jogo.
Em seguida, ocorreu a entrega das faixas aos atletas, comissão técnica e diretores do time campeão. Entre as personalidades presentes, estavam o prefeito Dalto dos Reis; João Alfredo rebello, presidente da Liga Blumenauense de Futebol; e Pedro Lopes, presidente da FCF.
Quando a bola rolou, BEC e Joinville empataram por 1 a 1. O gol local foi marcado pelo atleta Laranjinha e Da Silva fez o com joinvillense.
O time base do Blumenau: Luiz Carlos, Zé Maria, Anderson, Ademir (Antônio Carlos), Pierre, Claudionor, Jorge Luiz (Ademilson), Vilmar (Valdo), Mauro (Cutelo), Laranjinha e Mário Sérgio.
Foto: Jandir Nascimento (JSC)
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sábado, 11 de fevereiro de 2012
BLUMENAU X CRICIUMA - 1998
A imagem mostra lance do último confronto entre Blumenau e Criciúma no estádio Aderbal Ramos da Silva. O jogo, válido pela sétima rodada da primeira fase do campeonato catarinense, ocorreu no dia 1º de março de 1998. Perdidos pela tática de improvisação de posições do técnico Abel Ribeiro, os jogadores do Blumenau desperdiçaram chances de finalização. O segundo gol foi marcado aos 33 do segundo tempo, por Marcos Paulista, numa saída do goleiro blumenauense Marcelo. Final: Blumenau 0 x 2 Criciúma.
Blumenau: Marcelo; Teodoro (Jacó), Toninho, Maikon e Gerson; Gil (Fabinho), Jorge Gaúcho (Edson Bello) e Luiz Fábio; Walbert, Jorge Andrade e Neri. Técnico: Abel Ribeiro
Criciúma: Chico; Paulo César, Raul, Nielsen e Paulo Henrique; Carlos Eduardo, Júlio César e Jeferson (Leandro); Luiz Carlos Oliveira, Marcos Paulo (Marcos Paulista) e Lucianinho (Clésio). Técnico: Raffaele Graniti.
Arbitragem: Renildo Nunes, Eduardo Barrilari e César Augusto Dietrich. Cartões Vermelhos: Raul, Júlio César, Gerson e Luiz Carlos Oliveira.
Público: 2.640 pagantes
Gols: Luis Carlos Oliveira e Marcos Paulista
Fonte/foto: A Notícia e acervo de Adalberto Klüser
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sábado, 28 de janeiro de 2012
ÚLTIMO JOGO DO PALMEIRAS EM 1980
A última foto da equipe do Palmeiras Esporte Clube
Lance de Palmeiras e Mafra no Aderbal Ramos da Silva
Três dias mais tarde, a equipe entra em campo com novo uniforme e nome: Blumenau Esporte Clube.
PALMEIRAS 3 X 0 MAFRA (ex-Operário FC)
Data: 28/agosto/1980
Local: Aderbal Ramos da Silva (Blumenau)
Motivo: Campeonato Catarinense
Árbitro: Iolando Rodrigues
Palmeiras - Nilson, Saulo, Celso Sauer, Paulo César e Torres; Sony, Paranhos e Marinho; Edney, Cabinho e Miltinho (Lenílson). Técnico: Rubens Salles.
Mafra - Lula, Partalla, Carlão, Rogério, Raulzinho; Dejair, Rodrigues, Maurício; Paulinho (Claudinho), Rodinaldo e Tico. Técnico: Adão Goulart.
Gols: Lenilson, aos 32 e 39; e Cabinho aos 42 (segundo tempo).
Fotos: reprodução Jornal de Santa Catarina
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
CAMPANHA DO BEC - 2ª DIVISÃO JUNIOR 1986
O campeonato Catarinense de Futebol da Segunda Divisão, categoria Junior, teve a participação de 12 equipes: São Bernatdo (Canoinhas), Caçadorense, Araranguá, Blumenau, Carlos Renaux (Brusque), Paysandu (Brusque), Flamengo (Florianópolis), Ipiranga (Tangará), Juventus (Rio do Sul), Laguna, Guaycurus (Concórdia) e Tiradentes (Tijucas).
Terceiro lugar: Blumenau
DATA | PRIMEIRA FASE | LOCAL | ||||
21/9/1986 | Blumenau | 1 | x | 0 | Juventus AC | Blumenau |
28/9/1986 | Juventus AC | 1 | x | 1 | Blumenau | Rio do Sul |
DATA | SEGUNDA FASE | LOCAL | ||||
10/11/1986 | Paysandu | 1 | x | 0 | Blumenau | Brusque |
19/10/1986 | Blumenau | 1 | x | 0 | Paysandu | Blumenau |
26/10/1986 | Blumenau | 1 | x | 1 | Paysandu (1 x 0) | Blumenau |
DATA | FASE FINAL | LOCAL | ||||
2/11/1986 | Blumenau | 1 | x | 1 | Caçadorense | Blumenau |
9/11/1986 | Blumenau | 0 | x | 0 | Araranguá | Blumenau |
23/11/1986 | Caçadorense | 2 | x | 0 | Blumenau | Caçador |
30/11/1986 | Araranguá | 4 | x | 2 | Blumenau | Araranguá |
O título foi decidido em um tringular final com Blumenau, Araranguá e Caçadorense.
Campeão: Caçadorense
Vice-campeão: AraranguáTerceiro lugar: Blumenau
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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
JOGO HISTÓRICO: PALMEIRAS X OLÍMPICO
O maior clássico do Vale do Itajaí e um dos principais do Santa Catarina era o confronto Palmeiras e Olímpico. Foram dezenas de duelos em amistosos, torneios e campeonatos oficiais. Durante 50 anos, estas equipes proporcionaram muita alegria e agitaram o futebol de Blumenau.
Gols: Sado e Tarcisio Torres
Olímpico - Batista, Coral, Brito, Jairzão, e Gonzaga; Mauro Longo e Chiquinho; Jorginho (Gauchinho) , Sado, Tarcisio e Rubinho
Palmeiras - Jorge, Osvaldo, Krueger, Edgar Lopes e Adalberto; Gentil e Luiz Carlos; Zinho, Leal (Anísio), Parobé e Oreco.
Fonte: blog Adalberto Day e arquivo de Adalberto Klüser
O último clássico entre as equipes profissionais de Palmeiras e Olímpico ocorreu no dia 22 de novembro de 1970. A partida, válida pena penúltima rodada do Campeonato Catarinense, foi disputada no estádio da Baixada, na Alameda Rio Branco.
Olímpico 2 x 0 Palmeiras
Data: 22/novembro/1970
Motivo: Campeonato CatarinenseGols: Sado e Tarcisio Torres
Olímpico - Batista, Coral, Brito, Jairzão, e Gonzaga; Mauro Longo e Chiquinho; Jorginho (Gauchinho) , Sado, Tarcisio e Rubinho
Palmeiras - Jorge, Osvaldo, Krueger, Edgar Lopes e Adalberto; Gentil e Luiz Carlos; Zinho, Leal (Anísio), Parobé e Oreco.
Fonte: blog Adalberto Day e arquivo de Adalberto Klüser
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terça-feira, 6 de dezembro de 2011
CAMPEONATO CATARINENSE DE 1927
Em 1926, a Liga Santa Catharina de Desportos Terrestres obteve filiação na Confederação Brasileira de Desportos e transformou-se em Federação Catarinense de Desportos – FCD.
A entidade planejou organizar o campeonato de 1927 com a participação de equipes de Joinville, Blumenau, São Francisco do Sul, Itajaí, Tijucas, Tubarão e Brusque.
Mas o precário sistema rodoviário existente na época – não havia pavimentação asfáltica - e a estrutura ainda instável de clubes, inclusive da própria Federação, fez mudar os planos. Apenas um clube do interior se fez presente: o Brasil Futebol Clube de Blumenau.
A FCD optou por realizar uma partida entre Brasil e Avaí, campeão da Capital, para decidir o título de campeão estadual.
Avaí 3 x 2 Brasil
Data: 15 de janeiro de 1928
Local: Campo da Liga (Florianópolis)
Motivo: Campeonato Catarinense
Árbitro: Carlos Baptista (1º tempo) e Frederico Ewald (2º tempo)
Avaí - Boos; Tancredo, Bida, Estevão, Elesbão, Botafogo, Octávio, Accyoli, Sabas, Nanado e Arnaldo.
Brasil - Moro; Emílio Sada, Bush, Heitor Ferraz, Marquardt, Neto, Mário, André Sada, Natal e Nicodemus.
Gols: Accyoli, Sabas(Avaí); Natal (Brasil)
Nota – Não há registro dos goleadores de dois gols, um de cada time.
Campeão: Avaí
Local: Campo da Liga (Florianópolis)
Motivo: Campeonato Catarinense
Árbitro: Carlos Baptista (1º tempo) e Frederico Ewald (2º tempo)
Avaí - Boos; Tancredo, Bida, Estevão, Elesbão, Botafogo, Octávio, Accyoli, Sabas, Nanado e Arnaldo.
Brasil - Moro; Emílio Sada, Bush, Heitor Ferraz, Marquardt, Neto, Mário, André Sada, Natal e Nicodemus.
Gols: Accyoli, Sabas(Avaí); Natal (Brasil)
Nota – Não há registro dos goleadores de dois gols, um de cada time.
Campeão: Avaí
Vice-campeão: Brasil
Curiosidades
Curiosidades
- A fraca arbitragem foi duramente criticada pelos dois times. No intervalo, Frederico Ewald substituiu Carlos Baptista.
- A partida não chegou ao fim. O Brasil abandonou o campo após um pênalti marcado nos minutos finais a favor dos avaianos.
- O ingresso para assistir o jogo custava dois mil réis e a renda alcançou a marca de 377 mil réis. Os militares pagavam metade do valor. A estimativa é de um púbico entre 300 a 400 torcedores (incluindo crianças, mulheres, penetras, convidados e não pagantes).
- A partida não chegou ao fim. O Brasil abandonou o campo após um pênalti marcado nos minutos finais a favor dos avaianos.
- O ingresso para assistir o jogo custava dois mil réis e a renda alcançou a marca de 377 mil réis. Os militares pagavam metade do valor. A estimativa é de um púbico entre 300 a 400 torcedores (incluindo crianças, mulheres, penetras, convidados e não pagantes).
Fonte: arquivo de Adalberto Klüser / O Estado / resoluções Federação Catarinense de Desportos
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HISTÓRICO NO CAMPEONATO CATARINENSE
O primeiro campeonato oficial realizado pela Federação Catarinense de Futebol ocorreu em 1924. Até 1926, a competição era restrita aos times de Florianópolis e São José.
Em 1927, o Brasil Esporte Clube (primeiro nome do Blumenau EC) tornou-se o primeiro clube do interior a disputar o título de campeão estadual. O adversário foi o Avaí de Florianópolis, que venceu a final por 3 a 2.
O Brasil volta a disputar o campeonato em 1928, 1929, 1932, 1933 (campeonato não concluído). Em 1932 o clube conquista o título na decisão contra o Figueirense. Mas o clube de Florianópolis protestou contra a atuação irregular (sic!) do atleta José e a Federação anulou o jogo.
A nova final foi vencida pelo Figueirense por 7 a 3. Um jogo violento e com arbitragem bastante contestada pelos blumenauense. O atleta Heitor Ferraz, do Brasil, foi hospitalizado com fratura na perna. O caso teve bastante repercursão em Santa Catarina.
A partir de 1940, com a criação da Liga Blumenauense, o futebol ganha mais espaço diante de outras cidades. No entanto, o primeiro título estadual de um representante blumenauense foi do rival Olímpico, em 1949. Feito repetito em 1964.
O Palmeiras/Blumenau sempre esteve perto de conquistar o título estadual, mas nunca foi além do vice-campeonato (1927, 1928, 1932, 1944 - dividido com o Marcílio Dias, 1947, 1955, 1988).
Em 1987, o BEC foi campeão da Segunda Divisão em 1987. A final no estádio Orlando Scarpelli diante do Figueirense foi inesquecível. O goleiro Everton "fechou" o gol e o empate em 0 a 0 diante de 10 mil alvinegros fez explodir a torcida blumenauense.
O período de 1987 a 1991 foi o melhor na era BEC. Além do título da Segundona, foi vice estadual em 1988, terceiro em 1991 e participou da Copa do Brasil e do Brasileiro da Série B em 1989. Em1990 e 1991 voltou ao Brasileiro.
Em 1998 o Blumenau esteve pela última vez na Primeira Divisão do Estadual.
Em 1927, o Brasil Esporte Clube (primeiro nome do Blumenau EC) tornou-se o primeiro clube do interior a disputar o título de campeão estadual. O adversário foi o Avaí de Florianópolis, que venceu a final por 3 a 2.
O Brasil volta a disputar o campeonato em 1928, 1929, 1932, 1933 (campeonato não concluído). Em 1932 o clube conquista o título na decisão contra o Figueirense. Mas o clube de Florianópolis protestou contra a atuação irregular (sic!) do atleta José e a Federação anulou o jogo.
A nova final foi vencida pelo Figueirense por 7 a 3. Um jogo violento e com arbitragem bastante contestada pelos blumenauense. O atleta Heitor Ferraz, do Brasil, foi hospitalizado com fratura na perna. O caso teve bastante repercursão em Santa Catarina.
A partir de 1940, com a criação da Liga Blumenauense, o futebol ganha mais espaço diante de outras cidades. No entanto, o primeiro título estadual de um representante blumenauense foi do rival Olímpico, em 1949. Feito repetito em 1964.
O Palmeiras/Blumenau sempre esteve perto de conquistar o título estadual, mas nunca foi além do vice-campeonato (1927, 1928, 1932, 1944 - dividido com o Marcílio Dias, 1947, 1955, 1988).
Em 1987, o BEC foi campeão da Segunda Divisão em 1987. A final no estádio Orlando Scarpelli diante do Figueirense foi inesquecível. O goleiro Everton "fechou" o gol e o empate em 0 a 0 diante de 10 mil alvinegros fez explodir a torcida blumenauense.
O período de 1987 a 1991 foi o melhor na era BEC. Além do título da Segundona, foi vice estadual em 1988, terceiro em 1991 e participou da Copa do Brasil e do Brasileiro da Série B em 1989. Em1990 e 1991 voltou ao Brasileiro.
Em 1998 o Blumenau esteve pela última vez na Primeira Divisão do Estadual.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
CAMPEÃO CATARINENSE, MAS NÃO MUITO
Em 1930 e 1931 o Brasil esteve ausente do estadual. Voltou em 1932 e passou por uma experiência terrível e dolorosa. Talvez a pior da Era Brasil.
Quatro equipes inscreveram-se para o campeonato: Figueirense, campeão de Florianópolis; Brasil de Tijucas, Bom Retiro e Brasil, os dois de Blumenau.
No dia 11 de dezembro de 1932 o Brasil venceu o Bom Retiro por 4 a 1, gols de Artilheiro, André Sada (2) e Mário. Krepski fez o gol do alvinegro.
Na semifinal, dia 18, o adversário foi o conhecido Brasil de Tijucas. O representante de Blumenau venceu por 6 a 3, gols de Leal (3), Ramos, Artilheiro e Mário.
A decisão seria contra o Figueirense no estádio Adolfo Konder, dia 8 de janeiro de 1933. Uma excelente atuação do Brasil empate de 1 a 1 no tempo normal. Na prorrogação, Mário fez o gol que deu o título de campeão catarinense aos blumenauenses.
O retorno da delegação alvi-verde e a chegada em Blumenau foi festiva e os atletas voltaram como heróis.
A alegria durou pouco tempo. Pouco menos de 96 horas depois da partida, a Federação recebeu protesto do Figueirense. A alegação era que o centromédio José atuou de forma irregular.
O caso não ficou bem esclarecido, mas a informação era que o atleta havia sido contrado junto ao Caxias de Joinville por 1.500 réis, o que a legislação da época não permitia. O futebol ainda era amador.
O Brasil teve o título cassado e a FCD marcou uma nova decisão para o dia 22 de janeiro, mais uma vez no estádio Adolfo Konder.
O forte e quase insuportável calor do verão ilhéu não impediu que muitas senhoras e belas jovens dessem ao ambiente um aspecto alegre e festivo.
O primeiro tempo foi bastante disputado e a vantagem foi alvinegra, 4 a 2. André Sada desperdiçou a cobrança de penalti chutando nas mãos do goleiro Metralha. O fato causou certo desânimo ao Brasil.
Antes de iniciar o segundo tempo, os dirigentes do Brasil solicitaram em vão a troca do árbitro. O clima e a situação criada em volta do jogo mostrava que o time blumenauense viria a conquistar a vitória.
O “emprego da brutalidade foi injustificavelmente franqueado” pelo árbitro, segundo publicou o jornal A Pátria, de Florianópolis. Isso fez desaparecer o brilho que o evento prometia. Muitas famílias reclamaram a prática abusiva de faltas e a isenção do juiz da partida em coibi-las.
A principal vítima foi o atleta Heitor Ferraz, do Brasil. Num choque violento com um jogador do Figueirense, ele teve a perna fraturada. Teve que ser levado ao Hospital de Caridade onde os médicos imediatamente fizeram exames e colocaram gesso. Schurmann sofreu grave lesão no rosto, mas não precisou ser hospitalizado.
A violência, a má arbitragem, a fratura de Ferraz, a contusão de Schurmann e a falta de esperança em reverter a situação, proporcionou desinteresse na equipe do Brasil. Com isso o jogo transformou-se num ataque contra defesa em favor do alvinegro.
O goleiro Eurico fez defesas fantásticas e causou admiração dos maravilhadores torcedores presentes no campo da Liga. Mesmo com sua grande atuação o placar ficou em 7 a 3 para o Figueirense, que desta forma sagrou-se campeão estadual.
O Brasil atuou com Eurico; Marquadt, Dário, Ferraz, José (ele mesmo), Schurmann, Mário, Tico, Artilheiro, Andre Sada e Leal.
Em matéria publicada no dia 25 de janeiro de 1933, o jornal A Patria publica reportagem sobre o profissionalismo no futebol e discute o caso José, que levou a federação a marcar uma nova final do Estadual. Questiona também porque José atuou no segundo jogo. Afinal, se estava irregular no primeiro, porque estaria em condições desta vez?
O Brasil retornou para Blumenau decepcionado e sem Heitor Ferraz, que ficou internado no Hospital de Caridade. O atleta viria receber alta apenas em março.
Quinze dias depois do fatídico jogo do Estadual, o Brasil volta a jogar. Desta vez enfrentou em amistoso o Combinato de Itajaí. Venceu fácil por 6 a 1.
O Figueirense continuava entalado na garganta e a diretoria convidou o campeão catarinense para um jogo em Blumenau. Convite prontamente aceito pelos alvinegros.
No dia 15 de fevereiro, no campo da rua das Palmeiras, o Brasil atropelou o Figueirense por 8 a 1. Mostrou para todo o estado que não era o campeão, mas sim o melhor de Santa Catarina. Foi apenas um amistoso, mas serviu para erguer o moral da nação alvi-verde.
Neste período de bom futebol, o Brasil registrou excelentes resultados e até um placar histórico: no dia 2 de abril de 1933 atropelou o Vitória, do bairro Velha, por 15 a 2.
Quatro equipes inscreveram-se para o campeonato: Figueirense, campeão de Florianópolis; Brasil de Tijucas, Bom Retiro e Brasil, os dois de Blumenau.
No dia 11 de dezembro de 1932 o Brasil venceu o Bom Retiro por 4 a 1, gols de Artilheiro, André Sada (2) e Mário. Krepski fez o gol do alvinegro.
Na semifinal, dia 18, o adversário foi o conhecido Brasil de Tijucas. O representante de Blumenau venceu por 6 a 3, gols de Leal (3), Ramos, Artilheiro e Mário.
A decisão seria contra o Figueirense no estádio Adolfo Konder, dia 8 de janeiro de 1933. Uma excelente atuação do Brasil empate de 1 a 1 no tempo normal. Na prorrogação, Mário fez o gol que deu o título de campeão catarinense aos blumenauenses.
O retorno da delegação alvi-verde e a chegada em Blumenau foi festiva e os atletas voltaram como heróis.
A alegria durou pouco tempo. Pouco menos de 96 horas depois da partida, a Federação recebeu protesto do Figueirense. A alegação era que o centromédio José atuou de forma irregular.
O caso não ficou bem esclarecido, mas a informação era que o atleta havia sido contrado junto ao Caxias de Joinville por 1.500 réis, o que a legislação da época não permitia. O futebol ainda era amador.
O Brasil teve o título cassado e a FCD marcou uma nova decisão para o dia 22 de janeiro, mais uma vez no estádio Adolfo Konder.
O forte e quase insuportável calor do verão ilhéu não impediu que muitas senhoras e belas jovens dessem ao ambiente um aspecto alegre e festivo.
O primeiro tempo foi bastante disputado e a vantagem foi alvinegra, 4 a 2. André Sada desperdiçou a cobrança de penalti chutando nas mãos do goleiro Metralha. O fato causou certo desânimo ao Brasil.
Antes de iniciar o segundo tempo, os dirigentes do Brasil solicitaram em vão a troca do árbitro. O clima e a situação criada em volta do jogo mostrava que o time blumenauense viria a conquistar a vitória.
O “emprego da brutalidade foi injustificavelmente franqueado” pelo árbitro, segundo publicou o jornal A Pátria, de Florianópolis. Isso fez desaparecer o brilho que o evento prometia. Muitas famílias reclamaram a prática abusiva de faltas e a isenção do juiz da partida em coibi-las.
A principal vítima foi o atleta Heitor Ferraz, do Brasil. Num choque violento com um jogador do Figueirense, ele teve a perna fraturada. Teve que ser levado ao Hospital de Caridade onde os médicos imediatamente fizeram exames e colocaram gesso. Schurmann sofreu grave lesão no rosto, mas não precisou ser hospitalizado.
A violência, a má arbitragem, a fratura de Ferraz, a contusão de Schurmann e a falta de esperança em reverter a situação, proporcionou desinteresse na equipe do Brasil. Com isso o jogo transformou-se num ataque contra defesa em favor do alvinegro.
O goleiro Eurico fez defesas fantásticas e causou admiração dos maravilhadores torcedores presentes no campo da Liga. Mesmo com sua grande atuação o placar ficou em 7 a 3 para o Figueirense, que desta forma sagrou-se campeão estadual.
O Brasil atuou com Eurico; Marquadt, Dário, Ferraz, José (ele mesmo), Schurmann, Mário, Tico, Artilheiro, Andre Sada e Leal.
Em matéria publicada no dia 25 de janeiro de 1933, o jornal A Patria publica reportagem sobre o profissionalismo no futebol e discute o caso José, que levou a federação a marcar uma nova final do Estadual. Questiona também porque José atuou no segundo jogo. Afinal, se estava irregular no primeiro, porque estaria em condições desta vez?
O Brasil retornou para Blumenau decepcionado e sem Heitor Ferraz, que ficou internado no Hospital de Caridade. O atleta viria receber alta apenas em março.
Quinze dias depois do fatídico jogo do Estadual, o Brasil volta a jogar. Desta vez enfrentou em amistoso o Combinato de Itajaí. Venceu fácil por 6 a 1.
O Figueirense continuava entalado na garganta e a diretoria convidou o campeão catarinense para um jogo em Blumenau. Convite prontamente aceito pelos alvinegros.
No dia 15 de fevereiro, no campo da rua das Palmeiras, o Brasil atropelou o Figueirense por 8 a 1. Mostrou para todo o estado que não era o campeão, mas sim o melhor de Santa Catarina. Foi apenas um amistoso, mas serviu para erguer o moral da nação alvi-verde.
Neste período de bom futebol, o Brasil registrou excelentes resultados e até um placar histórico: no dia 2 de abril de 1933 atropelou o Vitória, do bairro Velha, por 15 a 2.
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